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PORQUE EXISTIMOS
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Portugal possui mais de 5 milhões de habitações e mais de 3 milhões de imóveis (censos, 2011), e
grande parte desses imoveis não estão preparados para fazer face ao clima, obrigando os utilizadores
desses espaços a recorrer a equipamentos para manter o conforto do espaço, fazendo com que os
custos de utilização subam, estes custo já correspondem a 80% dos custos globais durante a vida do
imóvel (os restantes 20% prendem-se com a conceção, projeto e fiscalização e construção).

Portugal também tem vindo a assistir ao envelhecimento do seu parque habitacional. Esta situação
deve-se, sobretudo, a políticas inadequadas de manutenção e a uma cultura reativa ou curativa em
relação à manutenção do edificado (apenas quando se verificam problemas é que se intervém). Mas
apenas ações de manutenção devidamente planeadas permitem garantir uma plena utilização dos
edifícios e minimizar os custos globais de utilização.

Em Portugal também não existe a ideologia de introduzir qualidade na fase inicial da vida do edifício,
nomeadamente através da introdução de uma maior qualidade no projeto, na escolha de materiais e
na execução da construção, para assim reduzir os custos operativos do edifício. O custo médio das
correções de anomalias que surgem em resultado de uma "poupança" inicial, é cerca de cinco vezes
superior ao custo adicional que existiria para a execução correta. Fazer bem não custa muito.

Nós no Doutor das Casas® propomos soluções. Temos que projetar bem, construir melhor, e realizar a
manutenção do edificado, para deste modo aumentar o conforto, minimizar os custos de utilização e
minimizar a nossa pegada ecológica.

Cuidamos do seu imóvel.
Sabia que:
As anomalias em edifícios, podem ter ou
ser a conjugação de várias causas,
dividindo-se estas nos seguintes campos:
- Defeitos de projeto (45%)
- Defeitos de execução (25%)
- Defeitos de materiais (15%)
- Defeitos de utilização (10%)
- Outros 5%
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